A menina que roubava livros



*Um amigo uma vez me emprestou esse livro e o que descobri nessa leitura, eu vou guardar para sempre no meu coração. Fui morar na rua Himmel, junto com a Liesel e os Hubermann.

Quem narra a história da vida da personagem principal, Liesel é a própria morte. 
Liesel é uma menina que foi adotada pela família Hubermann, em um época em que a Alemanha estava sob o domínio e o comando de Adolf Hitler.

A morte nos dá uma vergonhosa visão sobre nós seres humanos, nos fazendo refletir muito e concordar com o fato de que há uma dualidade em nós. Que parece nos fazer lutar com a existência do bem e do mal, ambos contidos na nossa alma.

E a menina a intriga, a distrai e a fascina em muitos momentos. 


"Vi três vezes a menina que roubava livros."



O autor Marckus Zusak, diz que a razão de ter escrito esse livro, veio da idéia de falar sobre um ladrão de livros. E juntando isso as coisas que os pais dele tinham visto, ao crescerem na Alemanha nazista e na Áustria, tudo se encaixou e ele pensou na importância das palavras naquela época, e naquilo em que elas conseguiram levar as pessoas a acreditar, assim como levá-las a fazer."


A história nos faz rever valores. Enxergar que na verdade não existem inimigos ou amigos, que bandeiras não podem te definir, não existem rótulos. E sim, existem pessoas por toda a parte. Apenas pessoas.


*Achei que é um ótimo livro, com muita informação e muita sensibilidade na narrativa da vida conturbada da menina Liesel e seus amigos. Uma história que nos prende do início ao fim, mas ao mesmo tempo, bem difícil de se compreender se não se concentrar, pois o personagem da morte, está sempre deixando a sua opinião sobre todos os acontecimentos.


Gostei bastante! Espero um dia comprá-lo!



O filme

*Bom, sempre que se faz um filme sobre livros, acho algo de muita responsabilidade. Os leitores sempre imaginam os personagens do livro e de certa maneira se apaixonam por eles. E toda aquela atmosfera em torno da narrativa.

Quando se anuncia um filme daquele livro tão amado, dá um friozinho na barrida de medo de ficar diferente do contexto do livro e tal.

Quando assisti, eu me surpreendi bastante, pois achei que foram bem fiéis a trama e aos personagens. Me senti vendo o que tinha lido realmente. Fiquei feliz!

Então recomendo tanto o livro quanto o filme. Se puder, leia o livro primeiro e depois veja o filme para não perder nada.



"Quando a morte conta uma história, você deve para para ler".


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